Obra

Bienal Internacional de Curitiba 2013

artistas: Vários
curador: Ticio Escobar, Teixeira Coelho, Adriana Almada, curadora adjunta, e o curador convidado Fernando Ribeiro
local: Salas 4, 5, 7 e Torre

O Museu Oscar Niemeyer (MON) abre no dia 31 de agosto, sábado, às 17 horas, a Bienal Internacional de Curitiba 2013. A exposição no MON tem curadoria de Ticio Escobar, Teixeira Coelho, Adriana Almada, curadora adjunta, e o curador convidado Fernando Ribeiro, que selecionaram 35 artistas do Brasil e do mundo.  Para receber as obras, as quatro salas onde acontece a mostra, salas 4, 5, 7 e a Torre, têm projeto museológico assinado pelo arquiteto Ivan Wodzinski e iluminação da Fael Luce do Brasil.

A exposição é dividida por curadoria, que nesta edição, tem como conceito a escolha de obras que possam representar uma experiência estética significativa para a cidade, de acordo com os principais curadores da Bienal, Teixeira Coelho e Ticio Escobar. 

Teixeira Coelho, curador-coordenador do MASP (Museu de Arte de São Paulo), selecionou para a exposição no MON os suecos Ann-Sofi Sidén e  Erik Bünger,  a israelense Michal Mover, e os brasileiros Armando Queiróz, Cao Guimarães , Caio Reisewitz e João Castilho, cujos trabalhos têm temas ligados à fotografia, vídeo e cinema.

Ticio Escobar, curador da Bienal de Valência, e Adriana Almada, vice-presidente da AICA (Associação Internacional de Críticos de Arte), com sede em Paris, são responsáveis pela mostra de arte indígena contemporânea, com representantes de cinco etnias diferentes. Além deles, Adan Valencillo, de Honduras; os argentinos Alejandra Mastro, Carlos Trilnick, Hugo Aveta, Luis Felipe Noé; a chilena Claudia Aravena Abughosh; Milagros de la Torre,  peruana residente em Nova York; o cubano René Peña e Juliana Stein, de Curitiba. 

Há ainda, sob o crivo de Escobar e Almada, a mostra Magnet River, obras de Dominique Dubosc, chinês residente em Paris, o sul-africano William Kentridge, um dos principais nomes da cena artística mundial, o cubano Duniesky; o uruguaio Juan Burgos, e os brasileiros Delson Uchôa, de Maceió, e o carioca Rony Bellinho, que mostra 51 quadros inspirados na obra de Dalton Trevisan. 

No dia 1º de setembro, domingo, às 16h30, ocorre uma performance com o americano Joseph Ravens , intitulada “Pinhão”, que tem como curador convidado o curitibano Fernando Ribeiro.

Bienal

A Bienal Internacional de Curitiba é realizada em Curitiba há 20 anos. Esta edição ocorre entre os dias 31 de agosto e 1º de dezembro, e exibe obras de 150 artistas dos cinco continentes em mais de 100 espaços da cidade, como a Secretaria de Estado da Cultura (SEEC), a Biblioteca Pública do Paraná (BPP), o Centro Cultural - Sistema Fiep, o Museu de Arte da UFPR (MUSA), além de escolas de arte, arquitetura, comunicação, institutos de pesquisa, praças e ruas. Mais informações no site: 

www.bienaldecuritiba.com.br